CABOCLO PENA ROXA

 Os Caboclos são geralmente espíritos de civilizações indígenas: Íncas, Maias, Astecas e afins, que estiveram dando sua contribuição aos homens e mulheres terrenos e a criação. Foram espíritos de terras recém formadas e descobertas, eles formaram sociedades (tribos e aldeias), com perfeita organização estrutural, tudo era fabricados por eles, desde o cultivo de alimentos até a moradia. São subordinados aos Orixás, (aqueles que ainda não conseguiram uma grande subida na hierarquia da disciplina da evolução de Deus, da vida e universo) o que lhes concede uma força mestra na sua personalidade e forma de trabalho.

Quando falamos na personalidade de um caboclo ou de qualquer outro guia, estamos nos referindo a sua forma de trabalho. Costumamos dizer que as diferenças entre eles estão nos lugares que eles pertencem. Torna-se de grande importância conhecermos esses detalhes para compreendermos porque alguns falam mais explicados que outros, questão de evolução. Mais ainda existe as particularidades de cada um, que permitem diferenciarmos um dos outros e sua evolução. O Caboclo Pena Roxa, pelo nome que ostenta trabalha dentro desta energia que tem como característica a desintegração de energias negativas. Alem de outras características gerais inerentes deste grupo de espíritos como: exímios na arte de curar equilibrando e na limpeza espiritual, são profundos conhecedores das ervas medicinais e de suas propriedades espirituais, assim como suas propriedades terapêuticas para o tratamento de muitos males, aqueles que pertencem ainda ao plano espiritual (Terra).

Não sendo todos os caboclos, guerreiros de luta com armas, são diversificadas as suas formas de trabalharem e atuarem entre o espiritual e o físico, conforme a sua evolução e merecimento, e de seu médium. Cada caboclo, Pena Roxa, Branca, Vermelha, Verde, Amarela e outros, têm o grande líder, exemplo, Pena Branca ou caboclo da Mata Verde, o líder tem seus trabalhadores que tem conhecimentos e merecimentos em graus de evoluções diferentes. Existe a lei de hierarquia, cada líder guerreiro tem seus exércitos, tribos e falanges de índios subordinados a cada líder e independentes de outros lideres. Todos os subordinados têm evoluções diferentes ou próximos e trabalham com médiuns que se encontram próximos de seus conhecimentos, merecimentos e evolução. Todos que trabalham para um líder caboclo, santo ou orixás, sempre usam o nome de seus lideres. Ao clamarem um guia espiritual de nome muito conhecido e respeitado, índio, preto velho, orixá ou um santo, alguém desce até que o clama para ajudar conforme o merecimento de quem o chamou e ajuda conforme o merecimento do necessitado. O nome do trabalhador que desce sempre ou quase sempre é o nome de seu líder de falange e trabalho. Temos de compreender as leis superiores e respeita-las. O médium que ira receber a entidade espiritual receberá a entidade conforme o conhecimento, moral, dignidade, evolução e merecimento do médium e as vezes do necessitado também.

Não são um ser único, e sim trabalhadores do mestre detentor do direito de trabalhar na evolução superior onde mereceu chegar e ocupar tal hierarquia nas leis de Deus, evolução de conhecimentos, sabedoria, humildade, determinação na lógica e razão, coerente as leis da vida, as leis de Deus.

Cada um dos trabalhadores tem uma evolução diferente e superioridade diferente na força e poder divino, dentro da falange a que pertence. Isto é fundamental a compreensão para um médium e qualquer um líder religioso, trabalhar, evangelizar, ensinando esses conhecimentos básicos a todos os que frequentam o local onde se evangelizam ou fazem palestras sobre a vida espiritual, para que não venham dizer palavras que se tornam besteiras por desconhecimentos daquilo que se deve conhecer, antes de abrir a boca para falar daquilo que não sabe, e o julgamento é lei de Deus e não nossa. Para o bom entendedor meio palavra basta.

Izildinha Fontenelle.

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